Feridos (10), Restaurante atingido, Carros e muito prejuízo esse é o resultado da falta de manutenção o do descaso de como é tratado os assuntos referentes as "merdas" governamentais.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Tsunami de "bosta" no Rio de Janeiro
Feridos (10), Restaurante atingido, Carros e muito prejuízo esse é o resultado da falta de manutenção o do descaso de como é tratado os assuntos referentes as "merdas" governamentais.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
IGC 2009: apenas 25 instituições tiraram "nota máxima"
Da Redação
Em São Paulo
Atualizado às 13h38 de 13.janeiro.2011
Apenas 25 instituições de ensino superior obtiveram nota 5 no IGC (Índice Geral de Curso), que considera a qualidade dos cursos de graduação e dos de pós-graduação. Elas representam 1,39% das 1.793 faculdades, centros universitários e universidades que conseguiram conceito final -- o que depende da participação dos seus estudantes no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes).
A escala do IGC vai de 1 a 5 - instituições que obtiverem notas 1 e 2 ficam sob supervisão do MEC. Caso não consigam sanar as deficiências, elas podem ter diminuído o número de vagas oferecidas ou, em último caso, ter suspenso o recredenciamento de seus cursos.
Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (13) pelo MEC (Ministério da Educação) e pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), autarquia responsável pelo levantamento. A divulgação era esperada para o segundo semestre do ano passado.
Maioria passa "raspando"
Apenas 124 instituições ficaram com IGC 4 -- elas representam 6,92% dos cursos com avaliação.
Ao se analisar a distribuição de notas, a maioria das instituições passam "raspando" -- 945 instituições ficaram com nota 3, o que representa mais da metade deles 52,70%.
Devem ficar sob supervisão do MEC 699 instituições. Parte delas (12) obteve nota 1 e outro grupo, nota 2 (687).
Sem conceito
Por algum motivo -- mais comumente por causa da falta de massa de alunos realizando o Enade --, 344 instituições ficaram sem conceito na avaliação do triênio 2007/2009. Elas representam 16,10% do total de cursos que deveriam ser avaliados.
Algumas universidades públicas de renome como a USP (Universidade de São Paulo) não aderem ao Enade. Há diversos grupos de movimento estudantil que também são contra a avaliação.
Veja a matéria completa e a lista das 25 instituições em:
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/01/13/igc-2009-apenas-25-insituicoes-tiraram-nota-maxima.jhtm
TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
Essa é uma campanha que vale a pena!
Repasso com solidária revolta!
Prezado amigo!
Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00 Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar? Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.
Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha Argentina R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:
'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.
Enviado por Marcia Cristina Rodrigues Magalhães
Maiores emissores de CO2 do Brasil
Mesmo os privilegiados devem se preocupar, tem muita gente morrendo, isso é sério e muito triste.
A vida é corrida mal dá tempo de se cuidar, mas se não mudarmos isso onde iremos parar?
Não podemos deixar para fazer algo quando alguém próximo ou querido for mais uma vítima, que hoje acaba se tornando estatística.
O que pode ser feito? Reciclagem de lixo, não jogar lixo na rua, boicotar empresas que não têm projetos de meio ambiente e muito mais, cada um fazendo sua parte como trabalho de formiguinha. Para facilitar segue link LISTA DOS 100 MAIORES EMISSORES DE CO2 DO BRASIL
Enviado por Rosana Ribeiro em 13/01/2011
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Soberania popular - o fenômeno Tiririca (15 de outubro de 2010 | 0h 00)
"Nação de analfabetos, governo de analfabetos"
Rui Barbosa
O primeiro turno das eleições deste ano deu sequência à construção do arcabouço democrático, que não se materializa apenas na eloquência da Constituição da República. Mais de 130 milhões compareceram às urnas para exercerem o direito de escolha entre os candidatos. As ocorrências policiais estiveram dentro de limites razoáveis, indicando que compra aberta de votos, brutalidade e intolerância estão em via de pertencer ao passado, graças, sobretudo, à vigilância da Justiça.
A Lei Maior prescreve, no artigo 14, que a "soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com igual valor para todos, e nos termos da lei..." São eleitores obrigatórios, conforme o dispositivo seguinte, os maiores de 18 anos e facultativos os analfabetos, as pessoas acima de 70 anos e de 16 até completarem os 18. O dispositivo encerra regra áurea do Estado democrático, que se assenta na autoridade suprema do povo para designar aqueles que, no Executivo e no Legislativo, tomarão decisões em seu nome.
Duas questões controvertidas permanecem em pauta: o debate judicial sobre os chamados fichas-sujas e o caso do humorista Tiririca. Aqueles que têm vida pública manchada por condenação criminal, mas se viram reprovados pelos eleitores, deixaram de ser problema. Quanto aos eleitos, há que aguardar o julgamento do Supremo Tribunal Federal. Espera-se que o Supremo decida logo, e em benefício da ética, com o expurgo de candidatos cujo passado está comprometido por delitos contra o erário ou abuso de poder econômico. É vício antigo a compra e venda de votos. Não bastassem os demagogos e populistas, temos a desgraça de sofrer com os corruptos, que se elegem para transformar os Poderes Executivo e Legislativo em casas de comércio - ou, para ser mais exato, em antros de prostituição.
Nesse cenário, o caso Tiririca mostra-se irrelevante. Afinal, o capital político representado por 1.353.331 votos não pode ser subestimado, ou subtraído, sem grave injúria à soberania popular, tal como se encontra garantida no artigo 14. A prerrogativa da escolha, entre nomes listados pelos partidos políticos, deve permanecer acima de secundária questão ligada à alfabetização de representante da última das camadas sociais.
Ademais, não lhe bastasse a caudalosa votação, em nome da isonomia de tratamento, vereadores, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais, senadores e suplentes, governadores e vices e presidente da República deveriam ser submetidos a prova semelhante àquela que se pretende impor ao cidadão Francisco Everardo Oliveira Silva. Desconfiou-se de que ele talvez não saiba ler e escrever corretamente, mas só depois de concluída a apuração.
Alguém duvida de que numerosos políticos espalhados por 5.564 municípios, 27 Assembleias Legislativas, Câmara Distrital de Brasília, Câmara dos Deputados e Senado sejam analfabetos, semianalfabetos ou, o que me parece mais grave, venais e corruptos?
Nas remotas localidades do interior exige-se o bacharelado para representação da comunidade? Os Tiriricas são fruto da desigualdade econômica, da falência do sistema de educação e do baixo nível de determinados programas de televisão. Como existem, e em considerável número, creio ser justo que alguns integrem o Congresso Nacional, para darem testemunho juramentado da crise que assola o Legislativo e do fracasso da Lei Eleitoral, vulnerável às manobras de partidos inescrupulosos que se valem de baixos expedientes para a conquista de votos que lhes garantam cadeiras no Parlamento. Afinal, indago, se o caso Tiririca desperta tanto interesse, o que dizer dos suplentes em exercício no Senado, sem haverem recebido um único e solitário voto?
O artigo 17 da Constituição, desacompanhado da cláusula de barreira, estimula a criação de minúsculas legendas que tentarão sobreviver à custa de candidatos iletrados, mas capazes de atrair a atenção das massas.
A enganosa propaganda eleitoral gratuita demonstrou que Tiririca não é caso único de abestalhado, ou abestado. Como em eleições anteriores, apresentaram-se candidatos e candidatas de todos os tipos e gostos. Desde os reconhecidamente sérios até os confessadamente avacalhados. As mensagens divulgadas pela televisão e pelo rádio atropelavam-se, mais para confundir do que para esclarecer. Partidos de direita e centro-esquerda tentavam seduzir com promessas idênticas. As legendas extremistas imaginavam que angariariam votos propondo o fim da democracia, a extinção da propriedade privada, a eliminação da classe empresarial e a implantação da ditadura. Foram fragorosamente derrotadas.
A cada eleição, nova lição. Ensinou este pleito que a legislação eleitoral é indispensável, mas não suficiente. O exercício da soberania popular por meio do sufrágio universal, e pelo voto direto e secreto, de igual valor para todos, como está na Lei Constitucional, exige que o eleitorado tenha consciência da responsabilidade que sobre ele recai na designação daqueles que vão decidir em matérias de relevante interesse para a Nação.
A partir da semana passada teve início nova eleição. De José Serra, que milagrosamente foi beneficiado com a derradeira chance de se eleger presidente, espera-se definição convincente de projeto de governo. De Dilma Rousseff, a demonstração de que não é teleguiada ou terceirizada, mas está apta a caminhar com as próprias pernas. Ao povo, no exercício da soberania política, cabe a responsabilidade da melhor escolha, pois, afinal, nova oportunidade só dentro de quatro anos.
Retirado de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101015/not_imp625050,0.php
sábado, 10 de abril de 2010
Cesar Ciélo entrega mais uma vergonha do governo brasileiro.
Cesar Ciélo, Sensacional !
Dessa vez não foi pelo fato de ter ganhado alguma prova de natação,
mas pela entrevista corajosa que deu ao jornal ''O ESTADO DE SÃO PAULO''.
Cesar, bastante irritado,
falou da falta de apoio da CBDA,
(Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).
César disse com todas as letras
"que não teve ajuda da confederação e muito menos do governo.
Sua vitória se deve à ajuda de seu pai e de patrocinadores."
Para tanto estava treinando nos Estados Unidos.
O presidente da confederação (CBDA)
queria que ele voltasse para o Brasil,
e fosse ao palácio do planalto
para fazer o cartaz do presidente.
Coisas que ele rejeitou.
Daí para frente foi ameaçado de ficar
sem o pouco de facilidades que a confederação lhe dava.
"- Minha vitória tem muito pouco a ver com eles",
disse o nadador quando participou do troféu José Finkel,
nas piscinas do Corinthians.
"Querendo eles ou não, sou campeão olímpico, e isso eles terão que engolir.
Desde que me tornei profissional, em março, paguei tudo:
alimentação, hospedagem, e até meu técnico (o australiano Brett Hawke)."
Cielo ficou assustado, quando lhe perguntaram
se a CBDA havia ajudado em alguma despesa."
Sua resposta foi essa:
-" Sério que vocês estão me perguntando isso?'
Pensei que vocês estivessem brincando.''
César Cielo contou que além de não receber auxílio da CBDA,
teve problemas com o presidente Lula.
-"Entre outras ameaças,
ele ameaçou suspender os pagamentos que eu vinha recebendo dos correios, quando disse a ele que não viria para uma cerimônia no palácio do Planalto.
Ele vivia telefonando para meus pais,
e não os deixava trabalhar sossegados.
Fiquei nervoso
e treinei mal por uns dias. Esse é o governo que temos."
Pelo que se vê, o dedo do governo está em tudo.
Atletas têm que ir a Brasília para pedir a benção do 'padrinho'
e para fazer propaganda do presidente.
Ainda bem que não vimos medalhistas em Brasília
puxando o saco do desgoverno.
QUE CADA UM REPASSE DEVAGARINHO PARA SUA LISTA.
EM POUCO TEMPO, QUEM SABE, GRANDE PARTE DO POVO BRASILEIRO
TOMARÁ CONHECIMENTO DA VERDADE.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
NOTA DE REPÙDIO DO OBSERVE À UNIBAN

NOTA DE REPÙDIO DO OBSERVE À UNIBAN
As entidades consorciadas e parceiras do OBSERVE, Observatório pela Aplicação da Lei Maria da Penha, vêm registrar o seu veemente repúdio à UNIBAN, unidade São Bernardo do Campo/SP, pela expulsão da estudante Geisy Arruda sob a acusação de “atentado à moral e bons costumes”, e por ter se mostrado, ao mesmo tempo, indevidamente tolerante e conivente com a violência sofrida pela jovem, violência essa com base nas discriminações de gênero.
Entendemos que assim procedendo, a UNIBAN não só assina um pacto de violência contra as mulheres, indo contra todas as convenções e tratados internacionais e pactos nacionais de enfrentamento a esse tipo de violência, como também trai, vergonhosamente, o seu papel de instituição educadora, que deveria estar empenhada nas campanhas e programas de prevenção à violência de gênero contra as mulheres.
Mesmo tendo a Uniban recuado de sua decisão, sob pressão da sociedade, a expulsão de Geisy Arruda atinge a todas nós, mulheres brasileiras, e merece o nosso total repúdio. E a postura conivente da UNIBAN em relação à violência contra essa jovem fere a todos brasileiros e brasileiras que hoje se empenham no combate à violência de gênero contra as mulheres.
Uma Vida sem Violência é um Direito das Mulheres: de todas as Geisys, Marias da Penha, de todas nós.
Cecilia M.B.Sardenberg
P/Coordenação Nacional
Observe-Observatório pela Aplicação da Lei Maria da Penha
Entidades Consorciadas do OBSERVE:
NEIM/UFBA- Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (Coordenação Nacional e Regional Nordeste)
AGENDE - Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento (Regional Centro-Oeste)
CEPIA - Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação, Ação (Regional Sudeste)
Coletivo Feminino Plural (Regional Sul);
GEPEM/UFPA - Grupo de Estudos e Pesquisas Eneida de Moraes sobre Mulheres e Relações de Gênero (Regional Norte)
NEPeM/UNB - Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher
NEPP-DH/UFRJ - Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos
THEMIS – Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero
NIEM/UFRGS - Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Mulher e Relações de Gênero
Redes Parceiras:
Rede Feminista de Saúde (Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos)
REDOR (Rede Regional Feminista Norte e Nordeste de Estudos sobre a Mulher e Relações de Gênero)
CLADEM (Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher – CLADEM/Brasil)
