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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Você é ético?
terça-feira, 3 de maio de 2011
SAIBA A DIFERENÇA ENTRE POUPAR 100 REAIS E DEVER 100 REAIS PELO MESMO TEMPO, NO ATUAL SISTEMA TRIBUTÁRIO E FINANCEIRO NO BRASIL.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
INFORMAÇÃO SEM IMPOSTO
http://youtu.be/Q4rEJr3sUO8
http://www.precojustoja.com.br/
terça-feira, 19 de abril de 2011
Maria Bethania recebe 1,3 milhão para fazer blog
... conseguiu autorização do Ministério da Cultura (MinC) para captar R$ 1,3 milhão e criar um blog. (http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,maria-bethania-tera-r-13-milhao-para-criar-blog-diz-jornal,692783,0.htm)
... recebeu 1,3 milhão de reais do Ministério da Cultura para fazer um blog. (http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2011/03/16/maria-bethania-recebe-1-3-milhao-para-fazer-blog-gera-polemica-na-web-924021067.asp)
E assista ao vídeo irado do Pedro Fabrini:
Tsunami de "bosta" no Rio de Janeiro
Feridos (10), Restaurante atingido, Carros e muito prejuízo esse é o resultado da falta de manutenção o do descaso de como é tratado os assuntos referentes as "merdas" governamentais.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
IGC 2009: apenas 25 instituições tiraram "nota máxima"
Da Redação
Em São Paulo
Atualizado às 13h38 de 13.janeiro.2011
Apenas 25 instituições de ensino superior obtiveram nota 5 no IGC (Índice Geral de Curso), que considera a qualidade dos cursos de graduação e dos de pós-graduação. Elas representam 1,39% das 1.793 faculdades, centros universitários e universidades que conseguiram conceito final -- o que depende da participação dos seus estudantes no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes).
A escala do IGC vai de 1 a 5 - instituições que obtiverem notas 1 e 2 ficam sob supervisão do MEC. Caso não consigam sanar as deficiências, elas podem ter diminuído o número de vagas oferecidas ou, em último caso, ter suspenso o recredenciamento de seus cursos.
Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (13) pelo MEC (Ministério da Educação) e pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), autarquia responsável pelo levantamento. A divulgação era esperada para o segundo semestre do ano passado.
Maioria passa "raspando"
Apenas 124 instituições ficaram com IGC 4 -- elas representam 6,92% dos cursos com avaliação.
Ao se analisar a distribuição de notas, a maioria das instituições passam "raspando" -- 945 instituições ficaram com nota 3, o que representa mais da metade deles 52,70%.
Devem ficar sob supervisão do MEC 699 instituições. Parte delas (12) obteve nota 1 e outro grupo, nota 2 (687).
Sem conceito
Por algum motivo -- mais comumente por causa da falta de massa de alunos realizando o Enade --, 344 instituições ficaram sem conceito na avaliação do triênio 2007/2009. Elas representam 16,10% do total de cursos que deveriam ser avaliados.
Algumas universidades públicas de renome como a USP (Universidade de São Paulo) não aderem ao Enade. Há diversos grupos de movimento estudantil que também são contra a avaliação.
Veja a matéria completa e a lista das 25 instituições em:
http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/01/13/igc-2009-apenas-25-insituicoes-tiraram-nota-maxima.jhtm
TROQUE 01 PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES
Essa é uma campanha que vale a pena!
Repasso com solidária revolta!
Prezado amigo!
Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00 Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00. Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar? Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro!
Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo. O minuto trabalhado aqui custa ao contribuinte R$11.545.
Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha Argentina R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior !
Diante dos fatos, gostaria muito, amigo, que você divulgasse minha campanha, na qual o lema será:
'TROQUE UM PARLAMENTAR POR 344 PROFESSORES'.
Enviado por Marcia Cristina Rodrigues Magalhães
Maiores emissores de CO2 do Brasil
Mesmo os privilegiados devem se preocupar, tem muita gente morrendo, isso é sério e muito triste.
A vida é corrida mal dá tempo de se cuidar, mas se não mudarmos isso onde iremos parar?
Não podemos deixar para fazer algo quando alguém próximo ou querido for mais uma vítima, que hoje acaba se tornando estatística.
O que pode ser feito? Reciclagem de lixo, não jogar lixo na rua, boicotar empresas que não têm projetos de meio ambiente e muito mais, cada um fazendo sua parte como trabalho de formiguinha. Para facilitar segue link LISTA DOS 100 MAIORES EMISSORES DE CO2 DO BRASIL
Enviado por Rosana Ribeiro em 13/01/2011
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Soberania popular - o fenômeno Tiririca (15 de outubro de 2010 | 0h 00)
"Nação de analfabetos, governo de analfabetos"
Rui Barbosa
O primeiro turno das eleições deste ano deu sequência à construção do arcabouço democrático, que não se materializa apenas na eloquência da Constituição da República. Mais de 130 milhões compareceram às urnas para exercerem o direito de escolha entre os candidatos. As ocorrências policiais estiveram dentro de limites razoáveis, indicando que compra aberta de votos, brutalidade e intolerância estão em via de pertencer ao passado, graças, sobretudo, à vigilância da Justiça.
A Lei Maior prescreve, no artigo 14, que a "soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com igual valor para todos, e nos termos da lei..." São eleitores obrigatórios, conforme o dispositivo seguinte, os maiores de 18 anos e facultativos os analfabetos, as pessoas acima de 70 anos e de 16 até completarem os 18. O dispositivo encerra regra áurea do Estado democrático, que se assenta na autoridade suprema do povo para designar aqueles que, no Executivo e no Legislativo, tomarão decisões em seu nome.
Duas questões controvertidas permanecem em pauta: o debate judicial sobre os chamados fichas-sujas e o caso do humorista Tiririca. Aqueles que têm vida pública manchada por condenação criminal, mas se viram reprovados pelos eleitores, deixaram de ser problema. Quanto aos eleitos, há que aguardar o julgamento do Supremo Tribunal Federal. Espera-se que o Supremo decida logo, e em benefício da ética, com o expurgo de candidatos cujo passado está comprometido por delitos contra o erário ou abuso de poder econômico. É vício antigo a compra e venda de votos. Não bastassem os demagogos e populistas, temos a desgraça de sofrer com os corruptos, que se elegem para transformar os Poderes Executivo e Legislativo em casas de comércio - ou, para ser mais exato, em antros de prostituição.
Nesse cenário, o caso Tiririca mostra-se irrelevante. Afinal, o capital político representado por 1.353.331 votos não pode ser subestimado, ou subtraído, sem grave injúria à soberania popular, tal como se encontra garantida no artigo 14. A prerrogativa da escolha, entre nomes listados pelos partidos políticos, deve permanecer acima de secundária questão ligada à alfabetização de representante da última das camadas sociais.
Ademais, não lhe bastasse a caudalosa votação, em nome da isonomia de tratamento, vereadores, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais, senadores e suplentes, governadores e vices e presidente da República deveriam ser submetidos a prova semelhante àquela que se pretende impor ao cidadão Francisco Everardo Oliveira Silva. Desconfiou-se de que ele talvez não saiba ler e escrever corretamente, mas só depois de concluída a apuração.
Alguém duvida de que numerosos políticos espalhados por 5.564 municípios, 27 Assembleias Legislativas, Câmara Distrital de Brasília, Câmara dos Deputados e Senado sejam analfabetos, semianalfabetos ou, o que me parece mais grave, venais e corruptos?
Nas remotas localidades do interior exige-se o bacharelado para representação da comunidade? Os Tiriricas são fruto da desigualdade econômica, da falência do sistema de educação e do baixo nível de determinados programas de televisão. Como existem, e em considerável número, creio ser justo que alguns integrem o Congresso Nacional, para darem testemunho juramentado da crise que assola o Legislativo e do fracasso da Lei Eleitoral, vulnerável às manobras de partidos inescrupulosos que se valem de baixos expedientes para a conquista de votos que lhes garantam cadeiras no Parlamento. Afinal, indago, se o caso Tiririca desperta tanto interesse, o que dizer dos suplentes em exercício no Senado, sem haverem recebido um único e solitário voto?
O artigo 17 da Constituição, desacompanhado da cláusula de barreira, estimula a criação de minúsculas legendas que tentarão sobreviver à custa de candidatos iletrados, mas capazes de atrair a atenção das massas.
A enganosa propaganda eleitoral gratuita demonstrou que Tiririca não é caso único de abestalhado, ou abestado. Como em eleições anteriores, apresentaram-se candidatos e candidatas de todos os tipos e gostos. Desde os reconhecidamente sérios até os confessadamente avacalhados. As mensagens divulgadas pela televisão e pelo rádio atropelavam-se, mais para confundir do que para esclarecer. Partidos de direita e centro-esquerda tentavam seduzir com promessas idênticas. As legendas extremistas imaginavam que angariariam votos propondo o fim da democracia, a extinção da propriedade privada, a eliminação da classe empresarial e a implantação da ditadura. Foram fragorosamente derrotadas.
A cada eleição, nova lição. Ensinou este pleito que a legislação eleitoral é indispensável, mas não suficiente. O exercício da soberania popular por meio do sufrágio universal, e pelo voto direto e secreto, de igual valor para todos, como está na Lei Constitucional, exige que o eleitorado tenha consciência da responsabilidade que sobre ele recai na designação daqueles que vão decidir em matérias de relevante interesse para a Nação.
A partir da semana passada teve início nova eleição. De José Serra, que milagrosamente foi beneficiado com a derradeira chance de se eleger presidente, espera-se definição convincente de projeto de governo. De Dilma Rousseff, a demonstração de que não é teleguiada ou terceirizada, mas está apta a caminhar com as próprias pernas. Ao povo, no exercício da soberania política, cabe a responsabilidade da melhor escolha, pois, afinal, nova oportunidade só dentro de quatro anos.
Retirado de: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101015/not_imp625050,0.php
sábado, 10 de abril de 2010
Cesar Ciélo entrega mais uma vergonha do governo brasileiro.
Cesar Ciélo, Sensacional !
Dessa vez não foi pelo fato de ter ganhado alguma prova de natação,
mas pela entrevista corajosa que deu ao jornal ''O ESTADO DE SÃO PAULO''.
Cesar, bastante irritado,
falou da falta de apoio da CBDA,
(Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).
César disse com todas as letras
"que não teve ajuda da confederação e muito menos do governo.
Sua vitória se deve à ajuda de seu pai e de patrocinadores."
Para tanto estava treinando nos Estados Unidos.
O presidente da confederação (CBDA)
queria que ele voltasse para o Brasil,
e fosse ao palácio do planalto
para fazer o cartaz do presidente.
Coisas que ele rejeitou.
Daí para frente foi ameaçado de ficar
sem o pouco de facilidades que a confederação lhe dava.
"- Minha vitória tem muito pouco a ver com eles",
disse o nadador quando participou do troféu José Finkel,
nas piscinas do Corinthians.
"Querendo eles ou não, sou campeão olímpico, e isso eles terão que engolir.
Desde que me tornei profissional, em março, paguei tudo:
alimentação, hospedagem, e até meu técnico (o australiano Brett Hawke)."
Cielo ficou assustado, quando lhe perguntaram
se a CBDA havia ajudado em alguma despesa."
Sua resposta foi essa:
-" Sério que vocês estão me perguntando isso?'
Pensei que vocês estivessem brincando.''
César Cielo contou que além de não receber auxílio da CBDA,
teve problemas com o presidente Lula.
-"Entre outras ameaças,
ele ameaçou suspender os pagamentos que eu vinha recebendo dos correios, quando disse a ele que não viria para uma cerimônia no palácio do Planalto.
Ele vivia telefonando para meus pais,
e não os deixava trabalhar sossegados.
Fiquei nervoso
e treinei mal por uns dias. Esse é o governo que temos."
Pelo que se vê, o dedo do governo está em tudo.
Atletas têm que ir a Brasília para pedir a benção do 'padrinho'
e para fazer propaganda do presidente.
Ainda bem que não vimos medalhistas em Brasília
puxando o saco do desgoverno.
QUE CADA UM REPASSE DEVAGARINHO PARA SUA LISTA.
EM POUCO TEMPO, QUEM SABE, GRANDE PARTE DO POVO BRASILEIRO
TOMARÁ CONHECIMENTO DA VERDADE.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
NOTA DE REPÙDIO DO OBSERVE À UNIBAN

NOTA DE REPÙDIO DO OBSERVE À UNIBAN
As entidades consorciadas e parceiras do OBSERVE, Observatório pela Aplicação da Lei Maria da Penha, vêm registrar o seu veemente repúdio à UNIBAN, unidade São Bernardo do Campo/SP, pela expulsão da estudante Geisy Arruda sob a acusação de “atentado à moral e bons costumes”, e por ter se mostrado, ao mesmo tempo, indevidamente tolerante e conivente com a violência sofrida pela jovem, violência essa com base nas discriminações de gênero.
Entendemos que assim procedendo, a UNIBAN não só assina um pacto de violência contra as mulheres, indo contra todas as convenções e tratados internacionais e pactos nacionais de enfrentamento a esse tipo de violência, como também trai, vergonhosamente, o seu papel de instituição educadora, que deveria estar empenhada nas campanhas e programas de prevenção à violência de gênero contra as mulheres.
Mesmo tendo a Uniban recuado de sua decisão, sob pressão da sociedade, a expulsão de Geisy Arruda atinge a todas nós, mulheres brasileiras, e merece o nosso total repúdio. E a postura conivente da UNIBAN em relação à violência contra essa jovem fere a todos brasileiros e brasileiras que hoje se empenham no combate à violência de gênero contra as mulheres.
Uma Vida sem Violência é um Direito das Mulheres: de todas as Geisys, Marias da Penha, de todas nós.
Cecilia M.B.Sardenberg
P/Coordenação Nacional
Observe-Observatório pela Aplicação da Lei Maria da Penha
Entidades Consorciadas do OBSERVE:
NEIM/UFBA- Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (Coordenação Nacional e Regional Nordeste)
AGENDE - Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento (Regional Centro-Oeste)
CEPIA - Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação, Ação (Regional Sudeste)
Coletivo Feminino Plural (Regional Sul);
GEPEM/UFPA - Grupo de Estudos e Pesquisas Eneida de Moraes sobre Mulheres e Relações de Gênero (Regional Norte)
NEPeM/UNB - Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher
NEPP-DH/UFRJ - Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos
THEMIS – Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero
NIEM/UFRGS - Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Mulher e Relações de Gênero
Redes Parceiras:
Rede Feminista de Saúde (Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos)
REDOR (Rede Regional Feminista Norte e Nordeste de Estudos sobre a Mulher e Relações de Gênero)
CLADEM (Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher – CLADEM/Brasil)
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Marginal bolsista
terça-feira, 29 de setembro de 2009
HONDURAS: DIPROMACIA
O Planalto, ao invés de tomar uma atitude em defesa do Brasil, reagiu da mesma forma que encoraja as ilegalidades praticadas pelo MST। Uma vergonha!
No momento, a Embaixada do Brasil segue com a água e a luz cortadas, cercada por tropas hondurenhas fortemente armadas। A capital mergulhou em um caos! Enquanto isso, o ex-presidente Zelaya faz discursos para a rua, de dentro da Embaixada, o que legalmente é território brasileiro!
Se ele tivesse solicitado asilo diplomático estaria proibido de se manifestar da Embaixada। Mas a dipromacia do presidente Lula, inventou algo chamado abrigo, instituto que o Direito Internacional desconhece. Na prática, essa inovação deixa Zelaya livre para politicar, enquanto o interesse brasileiro é prejudicado.
Para explicar o 'materialização' do ex-presidente em nossa Embaixada, vejo duas hipóteses: ou foi previamente tramado com o Brasil, ou a Venezuela agiu sozinha e o Lula simplesmente aceitou um pedido de Chaves। Qualquer das hipóteses é desastre!
A história pode se desdobrar em mais violência, com risco crescente para a segurança de funcionários brasileiros। Na pior das hipóteses, um banho de sangue; na melhor, um fiasco diplomático.
Para comentar a relação de Lula com Chaves, só recorrendo a sabedoria popular: "Quem dorme com cachorro acorda cheio de pulgas"।
Indio da CostaDeputado federal, DEM/RJ।
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Acabaram-se os papéis
Caso queira saber mais acesse a LEI Nº 12.007, DE 29 DE JULHO DE 2009.
Simone da Silva Figueiredo
(autora do BLOG)
Mudanças no Padrão de Fecundidade - O Brasil e o Mundo
... que estão acompanhando esta importante discussão sobre o futuro da humanidade (um pouco de humor não faz mal a ninguém!!!!),
Sim, por que está em jogo o futuro da humanidade?
Todos nós queremos aumentar o IDH, isto é, todos nós (acho que, em palavra, até o senador Sarney) queremos maior qualidade de vida para a população do Brasil e do mundo. Mas se a relação entre desenvolvimento humano e fecundidade é inversa, ou seja, quanto maior o IDH menor o número de filhos tidos, então estaremos todos condenados ao regime de lowest-low-fertilit iy (taxas abaixo de 1,35 filhos por mulher). Para se ter uma idéia, uma fecundidade neste nível reduz uma população estável fechada pela metade em menos de 50 anos. Como a redução é exponencial, em 200 anos uma população, nestas condições, se reduz em mais de 16 vezes. Por exemplo, até 2200, o Japão passaria de 127 milhões para menos da população de Minas Gerais e o Canadá passaria para uma população menor do que a de Belo Horizonte. Nos 200 anos seguinte praticamente desapareceriam, segundo o modelo teórico.
Portanto, não é desprezível a discussão sobre a possível reversão da tendencia expressa pela abordagem da transição demográfica (relação inversa entre desenvolvimento e fecundidade, pois a relação positiva de Malthus nunca existiu). Acho que o trabalho de Mikko Myrskylä, Hans-Peter Kohler e Francesco C. Billari é louvável no sentido de sugerir que a Europa (e mais alguns paises como Japão, Coreia, Canadá) não está condenada a desaparecer (ou ser invadida por migrantes como é o temor de David Coleman e companhia).
Acontece que o trabalho de Myrskylä et. al. utiliza a fecundidade de período para comparar com o IDH. Entendo que aí cabe uma crítica, pois a fecundidade de período caiu muito (para o nível do lowest-low-fertilit y) por conta do efeito tempo. Isto é, a fecundidade caiu a níveis muito baixos porque as mulheres estavam adiando o nascimento dos filhos. Passado o efeito tempo, a fecundidade de período, expressa na TFT, volta a “subir”, ou seja, ela se recupera dos níveis baixissimos, passando de menos de 1,3 filho para algo como 1,4 ou 1,5 filho, etc. Esta é a “grande luz” esperançosa do trabalho de Myrskylä et. al.
Quais são os problemas?
Mesmo considerando a fecundidade de período, países como Japão, Coreia do Sul e Itália não apresentaram recuperação da fecundidade (TFT). Nestes países houve adiamento dos nascimentos, mas não houve “tempo” para aumento da fecundidade antes do fim do período reprodutivo (como já afirmou Lesthaeghe adiou, adiou e perdeu o tempo).
Mas o problema metodológico mais sério é este apresentado por Edward Hugh (matéria enviada pelo Bernado), pois para se avaliar se houve reversão da relação entre desenvolvimento e fecundidade é preciso utilizar, não a TFT, mas a “descendencia média final” das sucessivas coortes. E neste ponto, Hugh mostra que não houve recuperação expressiva na Europa.
Contudo, olhando os dados do gráficos apresentados por Hugh percebemos que alguns países como Noruega, Finlancia, Islandia, Suécia, Luxemburgo a fecundidade está próxima de 2 filhos por mulher, enquanto diversos outros continuam com fecundidade muito baixa.
Qual a diferença entre estes dois grupos de países?
Existem duas diferenças fundamentais ao meu ver:
1) Como já discutido nos autores citados e nesta lista P & P, as questões de gênero contam (gender matter!). Os países desenvolvidos com maior equidade de gênero possuem TFT mais alta do que aqueles que segregam as mulheres e dificultam a conciliação entre trabalho e família;
2) A outra questão ainda não aborda aqui é a chamada DESFAMILIZAÇÃO.
Dois autores são fundamentais para se entender esta questão – “Esping-Andersen” (ver a personal page do autor: e “Peter Mcdonald”
[Por exemplo, McDonald, P. (2000a). Gender equity in theories of fertility transition. Population and Development Review 26(3), 427–440].
O que Esping-Andersen e McDonald dizem é que é preciso, dentro de um sitema de proteção social, criar políticas amigáveis às mulheres (women-friendly) e evitar o familismo, que é a transferência para a família da responsabilidade pelo bem-estar de seus membros e a subordinação dos interesses e prerrogativas pessoais (especialmente das mulheres) aos valores e demandas da família. Com diz Esping-Andersen[i]:
“A redução ao mínimo das dependências familiares pressupõe um estado social radicalmente diverso. Fundamentalmente, através da desfamilização das responsabilidades de bem-estar, o welfare state social-democrata ajuda as mulheres a entrarem em relações mercantis (e a conquistarem uma maior independência dos homens) para poder posteriormente se desmercantilizarem”.
Por fim, os Estado Unidos são a grande exceção[ii] entre os países desenvolvidos, pois é o único país que tem apresentado variações significativas nas taxas de fecundidade ao longo dos últimos 80 anos. A fecundidade caiu na década de 1930, subiu no baby-boom do pós-guerra, caiu ao nível mais baixo na década de 1970 e voltou ao nível de reposição entre nos últimos anos e agora apresenta tendência de queda com a crise atual.
Desculpem o tamanho desta mensagem, mas acho que esta discussão é importante, pois pode ser que o Brasil caminhe para um regime de fecundidade muito baixa (com suas implicações no envelhecimento populacional, etc.). A experiência dos países desenvolvidos pode lançar luz para estudos e hipóteses sobre o futuro do Brasil.
Um bom domingo para todas e todos,
José Eustáquio Alves.
(Professor Doutor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas, entre outras muitas atribuições e qualificações)
Retirado da lista de discussão da ABEP, postado em 09 de agosto de 2009.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Tico Santa Cruz: Brasil é meu banheiro
Rio - Escolhi sentar no vaso sanitário no meu momento “ato secreto” para escrever este artigo. Na verdade, estou fazendo aqui, enquanto o texto ganha sentido, o mesmo que fazem em Brasília há muitos anos e o mesmo que fazemos coletivamente, como cidadãos. Não preciso ir além para que um bom leitor entenda do que tratamos.
O fato é que não há melhor lugar para “desrelativizar” e, pelo silogismo, vale a invenção da palavra, o que nosso querido e honrado presidente vem proferindo no intuito de defender o coronel Sarney. Palavras de Lula: “Uma coisa é matar, outra é roubar, outra é pedir um emprego, outra é relação de influências e outra é lobby”.
Tudo bem, desde que não seja feito com o dinheiro público. Quando autoridades políticas manipulam as ferramentas democráticas em benefício próprio, prejudicando a nação e dando prejuízo aos cofres públicos, as consequências diretas sob a população se refletem na violência com a qual nos acostumamos a viver.
Quando o dinheiro dos nossos impostos que deveria ser investido em educação, por exemplo, é usado para fins particulares, o reflexo é em crianças e jovens sem o cuidado que merecem, abandonadas à própria sorte, e algumas com revólveres em punho, matando, roubando e morrendo ou sendo presas.
Quando um gatilho é apertado e uma bala atravessa a cabeça de um inocente, pode ter certeza que em muitos casos tem relação direta com a corrupção e os desmandos de nosso políticos.
Na conjuntura atual, fazer lobby, usar a influência para beneficiar parentes e roubar o povo é sim como matar e deveria ser crime hediondo. Bando de sem vergonhas.
(Publicado no Jornal O Glogo, domingo 25/07/2009)










